Caricas na Feira da Ladra - Lisboa
Sexta-feira, 2 de Março de 2012
A gata Maria
Há gatas que têm nome de mulher
Maria natural de Vale de Espinho,
Onde elas vestem de preto
Para o Sol as aquecer fortemente.
Cortina da casa da minha avó materna
As memórias suportam quem fui
Recordo mas já não sou
Reinvento-me sempre que posso
Faço novas leituras
Para agora ser sobretudo Invenção.
As cortinas que eram portas
Quarto da casa da minha avó materna
Noites quentes a ouvir a égua a relinchar
Acordo ainda com o cheiro a loja.
Casinhas de madeira no meio do campo
Paisagem, horizonte
Memórias
Sábado, 6 de Agosto de 2011
Quinta-feira, 4 de Agosto de 2011
Memórias ... [tio e pai]
À frente ou por de trás do xisto e do granito
O corpo guincha de sensações mudas
Acalmadas com reflexos.
Imagens que brotam emoções
Vivas e transformadas
Memórias que estão e já não estão.
Tio e pai.
Puros, castos, devotos e cristãos
São gentes de referência
Que não passam na televisão
Vivem com tranquila consciência
Ámen.
Quarta-feira, 3 de Agosto de 2011
Terça-feira, 2 de Agosto de 2011
Anjos nas janelas
Os anjos estão por toda a aldeia.
As janela há muito que são olhadas por anjos.
Janelas de anjos.
Anjos das janelas.
Anjos nas janelas
Etiquetas:
Anjos,
Vale de Espinho
A janela da capela ...
A janela da capela tem galos.
De onde veem estes galos?
Da igreja!
A janela da capela tem galos da igreja?
Quem tirou os galos da igreja?
Olhares aqui nascidos.
Os galos na igreja estão,
e na capela aqui permanecerão!
Etiquetas:
Capela,
galos,
Vale de Espinho
Segunda-feira, 1 de Agosto de 2011
Canja de pita velha
Canja de pita velha com um ovo do obeiro, na casa da Tia Marizé. Um dinossauro de sabor!
Notas: pita = galinha;
obeiro = local, no interior da galinha, onde os ovos se desenvolvem (ovário).
Quinta-feira, 28 de Julho de 2011
Quarta-feira, 27 de Julho de 2011
Domingo, 1 de Novembro de 2009
Festival de Gatronomia 2009

Clique na imagem para ampliar
Tendo como base duas magníficas colheres de pau, a da esquerda inacabada, mas ambas talhadas in loco (pelo artesão presente no Festival), temos
queijos da Serra da Estrela (o queijo da direita é de leite de ovelha, o da esquerda é de leite da cabra) doce de abóbora com amêndoas, pastéis de chocolate, natividades, travesseiros, broa da milho e pão de trigo com centeio... Um mundo de deliciosos sabores que nos transportam para as diversas regiões de Portugal.
Saí-se da Casa do Campino em Santarém, com a certeza de que somos capazes.
Vivam todos, nós que fomos ver e apreciar e os que se deslocaram até lá para serem apreciados!
Segunda-feira, 23 de Fevereiro de 2009
Domingo, 18 de Janeiro de 2009
Praça Serpa Pinto e os meus Eus

O Eu simplificado
Eu inovador (clique na imagem e faça a sua inovação)

6- O Eu interior
Ler é comunicar com o escritor e interagir com ele, um diálogo sem ruido.
Ler é incorporar, ou repelir, parte do escritor em nós.
Ler activamente (ora navegando na crista da onda com o escritor, ora espezinhando-o) dá-nos a capacidade de criar pensamentos e actos mutantes .
É no meio do processo de ler que surgue o Eu interior, uma sumula de livros que moldam o interior e se revelam, mais do que nunca, em diversas formas de Comunicação Multimédia.
Subscrever:
Mensagens (Atom)






































